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	<title>IGREJA URBANA - Chamados para fora! &#187; Artigos</title>
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	<description>Reino de Deus na prática!</description>
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		<title>Graça do início ao fim!</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
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Por Igor Miguel
Paulo foi categórico: há o Evangelho e &#8220;evangelhos&#8221;. Uso &#8220;evangelhos&#8221; associado àquelas falsas versões do verdadeiro Evangelho, as quais Paulo classificou de &#8220;anátema&#8221;, ou seja, maldição. Paulo era tão zeloso pelo Evangelho, que chegou a afirmar que mesmo um &#8220;anjo&#8221; vindo do céu pregasse outro evangelho, que não fosse o que ele anunciava, [...]]]></description>
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<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-1417  " style="border-image: initial; border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid;" title="Graça do início ao fim" src="http://www.igrejaurbana.com/wp-content/uploads/2012/01/Grace1-300x225.jpg" alt="Graça do início ao fim" width="300" height="225" /></dt>
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<p>Por Igor Miguel</p>
<p>Paulo foi categórico: há o Evangelho e &#8220;evangelhos&#8221;. Uso &#8220;evangelhos&#8221; associado àquelas falsas versões do verdadeiro Evangelho, as quais Paulo classificou de &#8220;anátema&#8221;, ou seja, maldição. Paulo era tão zeloso pelo Evangelho, que chegou a afirmar que mesmo um &#8220;anjo&#8221; vindo do céu pregasse outro evangelho, que não fosse o que ele anunciava, que ele deveria ser tratado como algo espúrio e desclassificado.</p>
<p>Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema.(Gl 1:6-9)</p>
<p>Agora, gostaria de mencionar como exemplo, um outro evangelho que vem sendo pregado. Destaco um caso isolado, que esporadicamente aparece nos púlpitos das mais diversas comunidades cristãs, e que tem afetado a espiritualidade de milhares de pessoas. O evangelho da compensação, o evangelho do &#8220;preço&#8221; e do fardo religioso.</p>
<p>Tente detectar o problema das sentenças abaixo, afirmadas por um determinado pregador que escutei recentemente:</p>
<p>&#8220;A verdadeira graça se paga um alto preço. [...] E você que quer a graça tem que pagar um preço: a sua renúncia, carregar a sua cruz. [...] Você tem que pagar um preço pela sua salvação.&#8221;</p>
<p>Antes de darmos um tratamento bíblico e apostólico a esta afirmação, seria importante deixar claro que o termo &#8220;salvação&#8221; é uma referência a toda obra redentora que Deus realiza no pecador, do início ao fim, tendo em vista o resgate do homem caído até conduzi-lo à vida eterna e inclui: o novo-nascimento (regeneração), a conversão, a fé para justificação, a santificação e a glorificação final. Então, seria errado, concentrar a doutrina da &#8220;salvação pela graça&#8221;, como se esta graça operasse apenas no início da obra salvadora (conversão) e depois, fosse como se Deus entregasse o resto aos cuidados do homem ou em cooperação com as obras humanas autônomas. Façamos uma fórmula:</p>
<p>Salvação = regeneração + conversão + justificação + santificação + glorificação<br />
Com esta definição em mente, voltemos à afirmação do pregador. Em primeiro lugar, há um problema de linguagem por trás da afirmação do pregador. Ele desrespeita um princípio básico da interpretação bíblica: o significado da própria expressão &#8220;graça&#8221;. Graça tem o sentido (tanto no grego como no hebraico) de &#8220;favor&#8221;, &#8220;dom&#8221;, &#8220;dádiva&#8221; ou &#8220;presente&#8221;. Precisamente, por ser &#8220;algo imerecido&#8221; e &#8220;sem preço&#8221;, tal palavra é frequentemente traduzida para o português com o sentido de &#8220;graça&#8221;, ou seja, um &#8220;dom imerecido&#8221;. O problema com a afirmação do pregador é que tal &#8220;dádiva&#8221; está associada a um &#8220;preço&#8221; ou &#8220;custo&#8221;.</p>
<p>Claro que a ação redentora de Deus em Jesus Cristo, em algum sentido, envolveu um preço: o preço do sacrifício de Cristo. O problema é que para o pregador, além do preço de Cristo, uma pessoa precisaria também pagar um preço para ter acesso à graça salvadora.</p>
<p>Observe a incoerência: se é &#8220;graça&#8221; como se pode &#8220;pagar um preço&#8221;? Vejamos o que o evangelho apostólico tem a dizer sobre isso:</p>
<p>Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como graça, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. (Rm 4:4-5) E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça. (Rm 11:6)</p>
<p>Paulo está refutando precisamente o falso evangelho da recompensa. O que trabalha, ou seja, o que quer ser justificado (importante aspecto da salvação) por &#8220;esforço&#8221;, não pode receber a &#8220;graça&#8221;, pois aos que &#8220;trabalham&#8221;, recebem salário, não graça. Mais tarde, ainda em sua carta aos romanos, Paulo afirmaria que &#8220;graça&#8221; é &#8220;graça&#8221; em sentido absoluto, negar isto, seria cair em um contradição lógica.Os pregadores do evangelho da recompensa esquecem que &#8220;obra alguma&#8221; ou &#8220;preço algum&#8221; podem dar conta da condição vulgar e da condenação que repousa sobre os homens indistintamente (Rm 3:1 e seg.). Por isso, a única e absoluta forma de ser &#8220;salvo&#8221; ou &#8220;justificado&#8221; é pela graça, mediante a fé em Cristo, sem qualquer cooperação das obras humanas. Somente quando se &#8220;crê naquele que justifica o ímpio&#8221; pode alguém ser agraciado pela salvação. Precisamente por esta razão que Paulo ainda diz mais:</p>
<p>Sendo, pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem obtivemos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes. (Rm 5:1-2).</p>
<p>Ninguém pode ser salvo, ou se &#8220;mantém firme&#8221; em Cristo, se não for pela graça que se tem acesso pela fé. O texto de Paulo é claríssimo, não há preço a pagar, não há esforço pessoal, apenas graça mediante a fé. Esta sim, deveria ser a origem e causa da firmeza do cristão e não o contrário.</p>
<p>O problema é que sem a graça, não há obra humana justa. &#8220;Não há um justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, não há ninguém que busque a Deus&#8230; não há quem faça o bem, não há nem um só.&#8221; (Rm 3:10-13). As obras humanas estão comprometidas pela injustiça e o pecado. Se assim, o é, qual o salário (resultado) de obras manchadas pelo pecado?</p>
<p>O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus nosso Senhor. (Rm 6:23).</p>
<p>Observe que o texto diz &#8220;dom gratuito&#8221;. Se é gratuito, não é pelo &#8220;preço&#8221; que se acessa a graça. Façamos agora, uma comparação direta entre o texto paulino e o que disse o pregador:</p>
<p>Falso Evangelho</p>
<p>[...] E você que quer a graça tem que pagar um preço: a sua renúncia, carregar a sua cruz. [...] Você tem que pagar um preço pela sua salvação.</p>
<p>Evangelho Apostólico</p>
<p>Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus, não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. (Ef 2:8-10).</p>
<p>Mesmo dispensando maiores explicações, é importante mencionar que, enquanto no falso evangelho claramente foi dito &#8220;Você tem que pagar um preço pela salvação&#8221;, em Paulo é dito, que tal salvação é um dom, e que ele não procede de nada que os homens possam fazer (obras).</p>
<p>Claro que a Bíblia fala sobre a &#8220;tomar a cruz&#8221; e &#8220;boas obras&#8221;, porém, elas nunca são colocadas como &#8220;causa&#8221; ou &#8220;fatores condicionantes&#8221; da salvação. Ao contrário, as obras ou a obediência são sempre respostas ou efeitos, de vidas na graça. Só alguém na graça de Cristo pode ter uma salvação que é frutífera:</p>
<p>Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. (Fp 2:12-13).</p>
<p>Preservação e Perseverança dos SantosO evangelho da graça não é o evangelho da frouxidão moral ou da desobediência, ao contrário, ela transforma &#8220;escravos do pecado&#8221; em &#8220;servos da justiça&#8221; (Rm 6). Como foi dito, para muita gente, a graça e a fé, operam apenas no &#8220;início&#8221; da obra salvadora. Como se depois, o homem, de forma autônoma, ou seja, independente da graça de Deus, pudesse obedecer ou se santificar. Para evitar tal confusão, Paulo afirmava claramente que o mesmo Deus que começou a &#8220;boa obra&#8221;, tem poder para levá-la até sua consumação:</p>
<p>Estou plenamente certo de que aquele que começou a boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus. (Fp 1:6)</p>
<p>Um das maiores ensinos apostólicos é o que se refere à perseverança e segurança da salvação. Um cristão que nasceu de novo (regenerado) e foi justificado mediante a fé e salvo pela graça, nunca se perderá ou cairá desta condição (não me refiro aqui a falsos cristãos e a falsas conversões). Ao contrário, ele terá recursos da graça de Deus para viver uma vida santa e frutífera até a consumação, ou seja, até que toda obra salvadora tenha se consumado na glorificação final dos santos. Existem diversos textos bíblicos que asseguram que uma pessoa realmente alcançada pela graça, será levada a uma vida santa e alcançará a eternidade. Jesus afirmou claramente que suas ovelhas jamais se perderiam:</p>
<p>As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar. (Jo 10:27-29)</p>
<p>O apóstolo Paulo jubilava diante da segurança da salvação, quando disse: &#8220;&#8230; porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia.&#8221; (II Tm 1:12).</p>
<p>Claro que os apóstolos insistiam na exortação a boas obras, a uma vida frutífera e na confirmação da eleição. E deveriam fazê-lo, pois às ovelhas de Cristo, aqueles alcançados por sua graça, não só devem, mas certamente buscariam ardentemente uma vida de feitos que glorifiquem a Deus. Mas, tais obras, jamais podem ser colocadas associadas ou condicionadoras da salvação.</p>
<p>Algumas pessoas admitem que a obra inicial da salvação é absolutamente por graça, mas durante o processo de santificação, afirmam uma &#8220;combinação de graça e obras&#8221;, para que a pessoa seja mantida no caminho. Entretanto, o ensino de Jesus e dos apóstolos é que não há como se santificar ou obedecer sem que a graça de Deus também conceda recursos para isto. Ou seja, há graça no novo nascimento, na conversão, justificação, santificação e glorificação dos santos. Não há boas obras nos santos que não sejam causadas pela graça.</p>
<p>Por outro lado, é óbvio que a simples confissão verbal não significa regeneração automática, a confissão deve ser acompanhada de fé autêntica. Por esta razão, pessoas que confessaram Jesus e vivem uma vida embaraçada e escravizada pelo pecado, deveriam questionar se um dia foram regeneradas de fato. Mas, jamais, deve-se colocar tensão em suas obras como &#8220;causa&#8221; ou o elemento que o manterá na condição de graça.</p>
<p>Se somos exortados à obediência e não queremos obedecer, ou se vivemos embaraçados na escravidão do pecado, deveríamos questionar se fomos salvos, e não ficar condicionando a salvação a nosso desempenho. Afinal, se uma pessoa realmente bebeu da água que Jesus oferece é guiada incrivelmente por sua graça a viver uma vida crescentemente consagrada e frutífera.</p>
<p>Um cristão na graça é um cristão que ancorou sua existência na Nova Aliança, que os profetas reconheceram (Jr 31:31 e seg.), que envolvia a regeneração e a inscrição da Lei do Senhor nos corações. Aliança em que o próprio Deus por seu Espírito faria com que seus filhos vivessem uma vida de crescente obediência a Deus:</p>
<p>Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis. (Ez 36:26-27)</p>
<p>Quem não se encheu de alegria ao se ver livre de um determinado vício ou pratica pecaminosa, ainda não sabe o que é a &#8220;alegria da salvação&#8221;, ainda não desfrutou da dádiva do Espírito de obediência e santidade outorgado por Deus em Cristo na Nova Aliança.</p>
<p>Graça envolve a Glória de Deus</p>
<p>Por que tudo é por graça? A resposta de Paulo seria: &#8220;para que ninguém se glorie&#8221; (Ef. 2:9). Deus não divide sua glória com ninguém, se a salvação for uma combinação entre a &#8220;obra de Deus&#8221; (graça) e &#8220;obra dos homens&#8221; (obediência sem graça), ninguém pode dar toda glória a Deus pela obra da salvação. Pois por mais incrível que tenha sido a misericórdia e a obra de Deus no Cristo crucificado, esta obra o tempo inteiro, fica dependendo do desempenho e das obras daquele que quer salvo. Isto seria exatamente o erro romanista combatido pelos reformadores e o legalismo combatido por Paulo entre os judaizantes do I século.</p>
<p>Se a obra de Cristo para salvação estiver condicionada aos feitos dos homens, a obra de Cristo é menor do que se imagina e Deus é incompetente, contrariando a revelação das Escrituras que o descreve como o Todo Poderoso. Agora, se podermos olhar para Jesus como o &#8220;autor&#8221; e &#8220;consumador&#8221; da fé (Hb 12:1 e seg.), saberemos que a obra de Jesus foi magnífica o suficiente, para &#8220;começar&#8221; e &#8220;terminar&#8221; a obra que ele deu início.</p>
<p>Temos recursos na graça de Deus, e somente nela, 100% nela, para vivermos uma vida santa, obediente e frutífera. Se não temos obtido tal recurso, devemos recorrer ao evangelho e &#8220;provarmos nossa eleição no Senhor&#8221; (I Pe 1:10 e 11). Mas, certamente, uma vez que a graça de Deus tocou um homem morto em seus delitos e pecados, e o levantou de seu cativeiro, e se esta foi uma obra de Cristo, e se ele é &#8220;ovelha&#8221; de Jesus, ninguém poderá arrebatá-la. Nada poderá separar este salvo do amor de Deus, como foi dito:</p>
<p>Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rm 8:37-39)</p>
<p>Porque o fardo?</p>
<p>Muitas pessoas por causa de uma compreensão errada da salvação, vivem em permanente estado de tensão espiritual, pois não sabem lidar com sua condição diante de Deus. Por causa do evangelho da compensação e da insegurança, veem-se frequentemente em uma condição de &#8220;medo&#8221; ou de &#8220;bipolaridade&#8221;, como se estivesse simultaneamente no &#8220;céu&#8221; e no &#8220;inferno&#8221;. A única forma de escapar deste medo é crer, confiar, de forma plena, na suficiente e grandiosa obra de Cristo. Renunciar a pretensão e o orgulho de que se pode &#8220;cooperar&#8221; para a obra perfeita que Deus realizou em Jesus. Somente assim, o Senhor abrirá o túmulo deste &#8220;morto&#8221; (Ef 2:1 e seg.), removerá a condenação, justificando-o e lhe será derramado o Espírito Santo, auxiliador e sinal de nossa filiação divina.</p>
<p>Considerações Finais</p>
<p>Assim, fica claro que qualquer outro evangelho pregado, distinto deste deve ser absolutamente descartado. O evangelho apostólico assevera a absoluta ação de Deus, do início ao fim, e que toda obra salvadora é obra da graça. E, se você, leitor, sente-se sob tal pressão legalista e compensatória, e vive em permanente luta interna, cheio de dúvidas sobre sua condição, esta é a obra de Cristo, o selo do Espírito Santo, creia simplesmente na obra realizada por Cristo. Esta é a única obra que pode te introduzir definitivamente no Reino de Deus em plena segurança e que inscreve os preceitos de Deus em seu coração, desfrutando da Lei da Liberdade (Tg 1:25). Guarde bem as palavras de Paulo a Tito quando disse:</p>
<p>Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que,justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna. Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens. Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis. (Tito 3:4-9).</p>
<p>Soli Deo Gloria!<br />
Siga o link para ler o original: www.teologo.org</p>
<p>Fiquem na paz,</p>
<p>Pr. Carlos Rizzon</p>
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		<title>Como os Falsos Mestres se Introduzem Furtivamente na Igreja</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 22:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
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Você pode não reconhecer, necessariamente, um falso mestre pela sua aparência. Afinal de contas, todo líder religioso falso é “religioso” por definição. Ter uma aparência de santo é uma parte do “perfil de emprego” dele. Jesus se referiu aos promotores de religião falsa como lobos e pele de ovelhas (Mateus 7.15) e “sepulcros caiados, [...]]]></description>
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<p>Você pode não reconhecer, necessariamente, um falso mestre pela sua aparência. Afinal de contas, todo líder religioso falso é “religioso” por definição. Ter uma aparência de santo é uma parte do “perfil de emprego” dele. Jesus se referiu aos promotores de religião falsa como lobos e pele de ovelhas (Mateus 7.15) e “sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas &#8230; cheios de ossos de mortos e de toda imundícia” (Mateus 23.27). Em outras palavras, a religião deles é uma tentativa de camuflagem sagaz.<br />
Assim como os fariseus que Jesus qualificou com essas palavras, muitos dos falsos mestres são hábeis em fingir piedade. A máscara deles pode ser bastante convincente. Eles mantêm uma máscara de encanto e de inocência, cuidadosamente lustrada – e, pelo menos, a aparência de algum tipo de “espiritualidade”. Eles aparecem habitualmente com sorrisos permanentes, palavras cordiais, personalidades agradáveis e vocabulário cheio de palavras bíblicas e espirituais. (&#8230;)</p>
<p>Em geral, eles fazem um bom trabalho de imitar o fruto do Espírito Santo. Disfarçam-se como ministros de justiça (2Coríntios 11.14-15). Parecem bem sinceros. Eles se mostram, falam e parecem inofensivos. Sabem empregar linguagem que soa espiritual. Conseguem até citar a Escritura com certo grau de habilidade. Conhecem suficiente bem a verdade, a fim de usá-la para atingir seus próprios propósitos – e, às vezes, se protegem atrás de uma verdade, enquanto atacam outra verdade. Sabem exatamente como conquistar a confiança e aceitação do povo de Deus. (&#8230;)</p>
<p>Parece que o inimigo semeia seu joio aonde quer que o evangelho vá. O Novo Testamento indica que falsos mestres surgiram bem cedo, de quase todos os lugares alcançados pela igreja primitiva. Não esqueça que todos os escritos do Novo Testamento abordam, em um ou outro momento, a questão do falso ensino dentro da igreja. (&#8230;) Ele (Cristo em Apocalipse 2.2, 6, 9) repreende aqueles que parecem não ter consciência do problema – ou aqueles que (pior ainda) toleram deliberadamente os hereges em suas congregações (Apocalipse 2.14-16, 20). (&#8230;)</p>
<p>A maneira de Paulo lidar com os judaizantes é a única maneira correta de responder aos falsos mestres que corrompem ou comprometem elementos essenciais do evangelho. Devem ser desmascarados e revelados como eles realmente são; e suas doutrinas, refutadas com a proclamação clara da verdade proveniente das Escrituras. Foi exatamente isso que Judas pediu (verso 3), quando nos ordenou a batalharmos diligentemente pela fé. (&#8230;)</p>
<p>Os hereges continuam a surgir de dentro da própria igreja e a exigir reconhecimento e tolerância da parte dos cristãos, enquanto se esforçam muito para subverter os próprios alicerces da fé verdadeira. Estão até repetindo todas as mesmas mentiras (condenadas no passado). É necessário que seus ensinos sejam confrontados e claramente refutados com a clara verdade da Palavra de Deus. O apóstolo Paulo disse algo semelhante, mas em linguagem mais enfática: “É preciso fazê-los calar” (Tito 1.11). (&#8230;)</p>
<p>A queixa deles (crentes descompromissados e ou hereges) se tornou um refrão familiar: “por que você não pega mais leve? Por que não diminui a campanha para refutar as doutrinas com as quais você não concorda? Por que você critica constantemente aquilo que os outros cristãos estão ensinando? Afinal de contas, todos cremos no mesmo Jesus”.</p>
<p>Mas as Escrituras nos advertem, com clareza e reiteradas vezes, que nem todos aqueles que declaram crer em Jesus realmente crêem. O próprio Jesus disse que muitos alegariam conhecê-Lo, sem realmente conhecê-Lo (Mateus 7.22-23). Satanás e seus ministros sempre se disfarçam de ministros de justiça (2Coríntios 11.15). Não ignoramos as armações ardis de Satanás (2Coríntios 2.11). Afinal, essa tem sido a estratégia dele, desde o início.</p>
<p>Senhores que lêem o Ecclesia Reformanda, vocês conhecem alguém que se encaixa nestas características? Que como no início da argumentação do MacArthur, se mostram sorridentes, piedosos, amorosos, “abençoadores”, sempre com uma palavra de conciliação e de ajuda? Infelizmente, eu conheço vários. Conheço também, minha responsabilidade de não me conformar a essa situação. Faço coro a Judas: “Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (2). E você???<br />
Por: John F. MacArthur Jr.</p>
<p>Referências:<br />
(1) A Guerra Pela Verdade – Lutando por certeza numa época de engano – John F. MacArthur Jr – Fiel, p. 110-112, 114, 120, 127-129;<br />
(2) Judas 3.</p>
<p><strong>- John Macarthur</strong> é conferencista internacional &#8211; é autor de mais de 150 livros, muitos dos quais são best-sellers, e alguns deles publicados no Brasil. É pastor da Grace Community Church, em Sun Valley, Califórnia, desde 1969. É presidente do The Masters College and Seminary e do ministério Grace to You (Graça Para Você), transmitido diariamente em cadeia nacional e em diversos países pelo mundo.</p>
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		<title>9,5 Teses contra as indulgências do Neopentecostalismo</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/95-teses-contra-as-indulgencias-do-neopentecostalismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 17:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿

1. Não aceite bênçãos, curas e milagres em troca de um &#8220;sacrifício&#8221; financeiro, seja ele de R$1,00 ou R$1.000,00&#8230; Cristo já fez o Sacrifício&#8230; Conforme a palavra de Deus, todo o que se &#8220;sacrifica&#8221; ou paga penitência para conquistar algo em Deus, seja da forma que for, nega o sacrifício de Cristo na cruz. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>﻿<img class="alignleft size-medium wp-image-1081" style="border: 2px solid black;" title="luther95teses" src="http://www.igrejaurbana.org/wp-content/uploads/2010/10/luther95teses-300x195.jpg" alt="" width="240" height="156" /><br />
</strong></p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_qb-eeFJvZ48/S0UokQu1H6I/AAAAAAAAAhM/_93ZoTnDkas/s1600-h/95teses.jpg"></a>1. Não aceite bênçãos, curas e milagres em troca de um &#8220;sacrifício&#8221; financeiro, seja ele de R$1,00 ou R$1.000,00&#8230; Cristo já fez o Sacrifício&#8230; Conforme a palavra de Deus, todo o que se &#8220;sacrifica&#8221; ou paga penitência para conquistar algo em Deus, seja da forma que for, nega o sacrifício de Cristo na cruz. O Evangelho é descansar em Deus e não se sacrificar por Ele. Aquele que se sacrifica faz algo inútil e repulsivo aos olhos de Deus. (Oséias 6.6 / Hebreus 10.8)<br />
2. Não existem objetos consagrados, óleos ungidos, orações fortes ou qualquer prática litúrgica que possa produzir um milagre. O cristianismo rejeita qualquer objeto ou forma visível para se chegar a Deus. O único caminho é a Fé em Cristo Jesus (que é o Caminho, a Verdade e a Vida), pois como diz a Bíblia: o justo viverá por Fé. (Romanos 1.17) Diz também: Ora a Fé é a certeza das coisas que não se vêem (Hebreus 11.1)&#8230; Portanto, se você está vendo e nisso está sua certeza&#8230; Isso não é Fé&#8230; Isso não é o Evangelho.</p>
<p>3. Não existem lugares santos no Evangelho, nem Jerusalém, nem Israel, nem o monte Sinai, nem mesmo as igrejas (o mesmo serve para símbolos, sagrado somente o corpo, pois é Templo do Espírito Santo)&#8230; Você não precisa ir a um lugar específico, enviar uma carta para uma fogueira em Israel ou para um morro na sua cidade&#8230; Deus não habita em lugares construídos por mãos humanas. Igreja é sim, um lugar de reunião daqueles que servem, buscam e relacionam-se com Deus, não a Casa Dele, portanto, em tese ninguém é obrigado a ir a uma igreja, mas a palavra de Deus nos encoraja a participar dos ajuntamentos e na igreja você conhece aqueles que têm a mesma fé. (João 4.21-23 / Atos 7.48, 17.24, Hebreus 10:25)</p>
<p>4. Não acredite naqueles que afirmam ser sua igreja melhor que a outra&#8230; Igreja não leva a Deus, religião alguma leva a Deus, pastor algum tem esse poder&#8230; O que leva a Salvação é o reconhecimento de que Deus é Deus, Cristo é seu filho e foi ressuscitado por Ele&#8230; Ser cristão é ser fiel a Deus e sua Palavra (Bíblia), não às instituições religiosas. (João 14.6)</p>
<p>5. Não acredite em pastores que podem &#8220;exigir&#8221; e &#8220;determinar&#8221; que Deus faça alguma coisa por você e que pedem algo em troca para fazer isso&#8230; Deus não obedece a homens. Deus ama o homem, não o explora. Nunca dê o que você não tem para dar&#8230; Cristo já deu a vida por você nada que você der poderá pagar isso.</p>
<p>6. Não é errado o dízimo nem a oferta, mas isso não pode servir de extorsão religiosa&#8230; O dízimo e a oferta devem ser voluntários, entregues com amor e para manutenção da igreja e dos necessitados (está na Bíblia e na Constituição Federal Brasileira, distorcer isso é crime e pecado)&#8230; Se alguém dá oferta ou dízimo porque espera receber alguma coisa em troca é ignorante e está cheio de conscupiscência, pois conforme ensina o Evangelho de Jesus, aquele que dá, dê sem nada esperar (o que tua mão direita der, a esquerda não veja)&#8230; O que assim não pensa, não conhece a Cristo nem a Bíblia&#8230; Se algum pastor diz que você precisa ser &#8220;fiel&#8221; na oferta e no dízimo para que Deus seja &#8220;fiel&#8221; com você&#8230; É porque tal pastor nega a palavra que diz: o homem pode ser infiel, mas Deus permanece fiel, pois não pode ir contra sua natureza. (2 Timóteo 2.13), a fidelidade de Deus não fundamenta-se num relacionamento de troca de favores, Deus o ama, independente de quem você é, como você é de quanto você tem.</p>
<p>7. Nenhum homem está livre de errar, inclusive os pastores, se algum pastor diz não ter pecados ou garante estar com ele toda a razão e que somente a ele Deus ouve&#8230; é mentiroso, a própria Bíblia o condena por tal atitude. (Romanos 3.23). A Palavra de Deus liberta o homem e não o aprisiona em doutrinas e ordenanças que de nada servem para aproximar o homem de Deus, mas sim, reduzí-lo a uma condição de escravidão a líderes que parecem ovelhas, mas que na verdade são lobos. Deus não se agrada daqueles que o temem seguindo apenas doutrinas humanas&#8230;. Agrada-se daqueles que fazem a Sua vontade, religião é o homem em busca de Deus, Evangelho é Deus em busca do homem, portanto não é você que tem que buscar a Deus, mas permitir ele te encontrar.</p>
<p>8. Uma pessoa não é abençoada porque é rica, é abençoada porque tem a Cristo&#8230; Se algum pastor lhe promete riquezas sem fim e ainda utiliza-se de passagens bíblicas para isso&#8230; É mentiroso, vendedor da graça e maldito. O Evangelho do reino NÃO promete riquezas nessa vida, mas sim, vida eterna e na glória do porvir. Se algum pastor só prega riquezas ele não serve a Deus, mas a Mamom*. (Mateus 6.24 / Marcos 10.23-24)<br />
*deus do dinheiro; daquele que ama o dinheiro.</p>
<p>9. Não acredite em pastores que dizem que se você for para a igreja dele você nunca mais terá problema, pois disse Jesus: &#8220;No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, pois eu já venci o mundo.&#8221; (João 16.33) Aceitar a Cristo não é garantia de que nada de mal vai lhe ocorrer, mas a garantia de que você tem a vida eterna, se algum cristão julga serem as coisas do mundo mais preciosas que a vida eterna não é Cristão&#8230; É nada&#8230; Pois ainda que fosse ateu haveria mais misericórdia para ele, mas pelo contrário, diz crer em Deus e rejeita toda Sua glória incorruptível por uma glória corruptível e passageira.</p>
<p>0,5. Para não ser enganado por um vendedor, leia o contrato, Para não ser enganado por um &#8220;pastor&#8221;, que não não se importa com suas ovelhas, leia a Bíblia. (Mateus 22.29)</p>
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		<title>10 coisas que odeio em você &#8220;igreja&#8221;!</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/10-coisas-que-odeio-em-voce-igreja/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 09:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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Estive navegando na net e encontrei este texto, ele diz muito, mas não tudo e claro que poderia acrescentar mais uns ítens na lista dele. Achei muito oportuno, caso queira ler o original clique aqui, boa leitura e por favor deixe o seu comentário.
Li essa semana uma slogan bastante interessante que revela o quanto a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft" style="border: 1px solid black;" src="http://www.dankimball.com/vintage_faith/images/2008/01/16/do_you_like_jesus_cover.jpg" alt="" width="250" height="356" /></p>
<p style="text-align: left;">Estive navegando na net e encontrei este texto, ele diz muito, mas não tudo e claro que poderia acrescentar mais uns ítens na lista dele. Achei muito oportuno, caso queira ler o original clique <a href="http://www.novo-tempo.com/capa/ver.php?t=31&amp;id=388">aqui</a>, boa leitura e por favor deixe o seu comentário.</p>
<p>Li essa semana uma slogan bastante interessante que revela o quanto a igreja esta em baixa nos últimos tempos: ODEIO A IGREJA, NÃO JESUS!</p>
<p>A lista abaixo relacionada é direcionada à igreja institucional, à igreja-empresarial, ao clube de entretenimento, assim falsificada e vendida ao poder temporal. Não me refiro absolutamente à igreja verdadeira, ao remanescente fiel que muitas vezes está contido nessa igreja caricata dos nossos dias.<br />
Compartilho aqui o sentimento de inconformação de Davi quando disse a Deus: Não aborreço eu, Senhor, os que te aborrecem? e não abomino os que se levantam contra Ti? Aborreço-os com ódio consumado, para mim são inimigos de fato.<br />
O que eu odeia em ti, igreja dos nosso tempos?<br />
1. A TUA PRETENSÃO OSTENSIVA de tu te veres superior a tudo e a todos, e com esse orgulho besta, deixas de ser reconhecida como voz de Deus e agência do Reino no mundo. Ao contrário, deverias te afastar pra bem longe dessa vaidade luciferiana e cair em si, voltando a servir humildemente ao mundo ao qual foste enviada.<br />
2. QUANDO INFLEXÍVEL, IMPÕES O DETESTÁVEL LEGALISMO COMO FORMA DE CAMINHADA CRISTÃ com regras insuportáveis que mantém teus membros eternamente cativos a infantilidade na fé, ao invés de conduzi-los à maturidade cristã que alcança a essencial liberdade consciente e anda maduramente nas pegadas de Jesus de Nazaré.<br />
3. A TUA CEGUEIRA REDUCIONISTA que não discerne claramente o Reino além de tuas limitadas fronteiras, expandindo a visão para ver e aceitar outras formas de expressão, de serviço cristão, de culto e de obras que também glorificam a Deus e contribuem para a expansão do Reino na terra.<br />
4. A TUA FORMA DE JULGAR SUMARIAMENTE as pessoas, se são merecedoras do céu ou do inferno, como se coubesse a ti essa prerrogativa divina de seleção. Deveria tu saber que essa é uma ação exclusiva de Deus.<br />
5. A TUA DISCIPLINA CORRETIVA que sempre exclui e joga fora todo aquele que desgraçadamente tropeça por algum motivo, levando invariavelmente o “disciplinado” ao abandono, e ferido, a morrer a míngua.<br />
6. A TUA FORMA ANTIBÍBLICA DE EVANGELIZAR, definindo prazo de mudança para as pessoas ”aceitarem Jesus”, exigindo uma conversão urgente e superficial baseada na adequação compulsória às regras de teus usos e costumes, e não na radical soberana transformação do Espírito Santo, de dentro para fora, e no livre tempo de Deus.<br />
7. A TUA VISÃO MISSIONÁRIA/ EVANGELÍSTICA DISTORCIDA que em nome do “ide” retira as pessoas de suas áreas de convivência na sociedade onde exerciam posições estratégicas para alcançar seus semelhantes, para mantê-los circunscritos à área do templo, transformando-os em pessoas inativas ou em obreiros alienados que desconhecem o que se passa no mundo que os rodeiam.<br />
8. O TEU ABUSO DE PODER arrastando milhares de PESSOAS SINCERAS, frágeis, crédulas, simplórias, despreparadas e desavisadas à exaustão, ao esgotamento, ao sofrimento, à decepção, e a se sentirem absolutamente usurpadas física, emocional, material e espiritualmente. Essas pobres vítimas do teu poder abusivo se tornam amargas e refratárias para o Evangelho para sempre, fechadas para qualquer possibilidade de pensarem em Deus ou em coisas relacionadas a ti.<br />
9. A FORMA IMORAL COM QUE TEUS LÍDERES LIDAM COM AS FINANÇAS, manipulando o dinheiro que entra em teus cofres de forma irresponsável, desonesta, revelando que são subjugados pelo deus Mamon. Reproduzes pastores que amam posição, poder, e o dinheiro, tornando-os cheios de avareza e de ganância. ISSO TEM CAUSADO GRANDES ESCÂNDALOS E DANOS IRREVERSÍVEIS PARA O EVANGELHO, E TU ÉS DIRETAMENTE RESPONSÁVEL POR ISSO!<br />
10. E por último, odeio quando MENTES, ASSEVARANDO QUE FORA DE TI, AS PESSOAS NÃO PODEM SOBREVIVER. Saiba que existem milhões de pessoas que nunca adentraram em teus átrios e mesmo assim oram, têm temor, discernimento, maturidade, ética, moral e dignidade, muitas vezes, mais apurados que teus pobres membros pretensiosos.<br />
Sobretudo, há uma forma difícil, dolorida, mas possível, que pode mudar radicalmente esse quadro sombrio: TENS QUE PASSAR PELO PORTAL DO ARREPENDIMENTO. Como diria Jesus, Lembra-te de onde caíste e arrepende-te&#8230;<br />
A seguir, 10 coisas que amo em você, Igreja.</p>
<p>Manoel dc</p>
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		<title>Bipolaridade Espiritual</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/bipolaridade-espiritual/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os que me acompanham neste site ou nos meu blog A coisaprincipal sabe que gosto de postar textos de alguns conhecidos meus, mas também já houve ocasiões que postei textos de pessoas que não conheço. Gosto da forma como Deus se revela às pessoas, cada uma no seu país de origem, outros fora do país; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #999999;"><a href="http://www.igrejaurbana.org/wp-content/uploads/2010/07/transtorno_bipolar1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1120" title="transtorno_bipolar" src="http://www.igrejaurbana.org/wp-content/uploads/2010/07/transtorno_bipolar1-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a>Os que me acompanham neste site ou nos meu blog </span></em><a title="A coisa Principal" href="acoisaprincipal.blogspot.com" target="_blank"><em><span style="color: #999999;">A coisaprincipal</span></em></a><em><span style="color: #999999;"> sabe que gosto de postar textos de alguns conhecidos meus, mas também já houve ocasiões que postei textos de pessoas que não conheço. Gosto da forma como Deus se revela às pessoas, cada uma no seu país de origem, outros fora do país; pessoas que não tem nenhum vinculo de amizade nem ao menos se conheceram.</span></em></p>
<p><em><span style="color: #999999;"> Nisto vejo Deus se movendo, nisto vejo Deus revelando, nisto vejo Deus confirmando o que ele me revela. Outra coisa que me deixa  perplexo são os diferentes backgrounds das pessoas, cada um servindo a Deus numa ramificação cristã diferente da outra, isto porque o reino de Deus é dinâmico e não está restrito a esta ou aquela denominação como alguns pensam.<br />
Fiquem na paz e boa leitura e não esqueçam de deixar um comentário.<br />
Carlos Rizzon<br />
Para ver o original clique no nome do autor abaixo.</span></em></p>
<p>Por <a href="http://pensarigor.blogspot.com/2010/04/bipolaridade-espiritual.html" target="_blank">Igor Miguel<br />
</a><br />
<a href="http://bipolar.devdd.com/wp-content/uploads/2009/10/bipolar1.jpg"></a>Amo analisar como cristãos compreendem o mundo a seu redor. Claramente se pode diagnosticar a visão de mundo de um cristão ou de qualquer pessoa por máximas que saem de seus lábios. Há alguns dias ouvi de uma pessoa evangélica: <em>&#8220;A oração é para o mundo espiritual e o dinheiro é para o mundo material&#8221;</em>. Minha consciência se afligiu imediatamente, senti uma dor no estômago e não consegui parar de pensar nesta afirmação. Estava diante de um homem que sofria de bipolaridade espiritual.<br />
Qual é o problema desta frase? Fiquei pensando no tipo de cristianismo que este sujeito anda recebendo. Fiquei pensando nos pastores que o ensinam e o doutrinam. Fiquei pensando nas músicas que ele ouve, ou nos livros que lê, se lê. Ou ainda o pior, como ele lê a Bíblia? Enfim, em que Cristo este cristão crê.</p>
<p>Não questiono sua salvação. Mas, fico pensando quão perversa é a forma como alguns ditos seguidores de Jesus vivem e pensam.</p>
<p>Todo problema reside na visão de vida. Há pessoas que entregaram a vida nas mãos do dinheiro, empurraram a vida do Governo de Deus para uma outra coisa. Restringiram o governo de Deus a uma realidade virtual, criaram uma esfera metafísica, translúcida e imaginária, onde Deus atua, e excluíram Deus da própria santidade da vida.</p>
<p>Como se não houvesse espiritualidade na própria vida, a vida como um todo; como se comer, vestir, trabalhar, comercializar, amar, estudar, fossem dimensões autônomas, seres animados, demiurgos, energias cósmicas ou espíritos elementares. Deram tanta autonomia às coisas criadas que a oração não alcança o dinheiro, a deusa fortuna, torna-se senhora, ídolo. Deus não tem competência para lidar com a vida. Não tem competência para lidar com realidade da dimensão humana, ao contrário, está restrito à liturgia eclesiástica, aos coros, ao universo gospel, aos púlpitos. Por isso, para eles, fora da Igreja quem governa é o cão, é Mamom, são os encostos, a corrupção política e a imoralidade.</p>
<p>Ora, este não é o Cristo que creio, não é o Senhor a quem foi dado todo poder nos céus e na terra. Se é Senhor, governa, tem a chave da morte e do inferno, pois é Senhor da Vida. Senhor de toda vida. Não há nada que não esteja sob sua jurisdição, sob égide de seu poder. Tudo se dobra diante dEle, potestades, principados, tudo se curva.</p>
<p>O problema é que a vida foi achatada, segregada, colocada em um gueto, como se espiritualidade fosse uma coisa manca, sem criatividade, sem vitalidade. Um fóssil enterrado à sete palmos de dogmas, cânticos e orações cheirando a mofo. Ora bolas! Que fé é esta? Quem pregou este evangelho? Com certeza não é esta a boa-nova que saiu dos lábios do Messias judeu, não foram estas as palavras que saíram de Sião e espalharam-se por toda terra.</p>
<p>Jesus criou uma escola da vida, do carisma, da criatividade, de homens que coloriram o mundo com a vitalidade, que proclamavam liberdade na terra, como no Ano do Jubileu, onde prisões eram abertas e cartas de alforria eram distribuídas.</p>
<p>Até quando veremos cristãos restringindo todo potencial criativo de Deus ao gueto de uma espiritualidade quase esotérica, mística e hermética. Até quando se pode tolerar um mundo animado por Gaia, regido por avatares, energias cósmicas?</p>
<p>Ora, o mesmo Deus que criou, criou com palavras, com decretos, para por meio de sua ordem sustentasse toda existência em torno do que Ele é. Toda existência deve reverenciá-lo e reconhecê-lo como Senhor de toda Vida.</p>
<p><em>&#8220;Fez a lua para marcar o tempo; o sol conhece a hora do seu ocaso. Dispões as trevas, e vem a noite, na qual vagueiam os animais da selva. Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento; em vindo o sol, eles se recolhem e se acomodam nos seus covis.Sai o homem para o seu trabalho e para o seu encargo até à tarde. Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas.&#8221; (Salmo 104:19-24).</em></p>
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		<title>O Propósito Eterno de Deus</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/o-proposito-eterno-de-deus-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 20:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um tema básico, fundamental que devemos receber totalmente em nossos corações&#8230; Se quisermos de verdade cooperar com Deus, devemos conhecer bem seus desejos, seu propósito, seu coração.
Tudo o que fizermos, só terá valor, na medida em que cooperar com o propósito de Deus.
Um erro muito comum
Por anos, muitos cristãos tem vivido sem conhecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um tema básico, fundamental que devemos receber totalmente em nossos corações&#8230; Se quisermos de verdade cooperar com Deus, devemos conhecer bem seus desejos, seu propósito, seu coração.<br />
Tudo o que fizermos, só terá valor, na medida em que cooperar com o propósito de Deus.</p>
<p>Um erro muito comum</p>
<p>Por anos, muitos cristãos tem vivido sem conhecer qual é o propósito (objetivo) de Deus para com suas vidas. Muitos tem crido, equivocadamente, que nossa meta como cristãos é somente chegar aos céus. Baseiam-se para isso em textos como II Pedro 3:9 e ainda João 3:16. Vendo a Bíblia com um enfoque humanista, (isto é, o homem no centro), concluem que o propósito de Deus é somente a salvação dos homens. Tudo gira em torno do homem e de suas necessidades.</p>
<p>Esta visão equivocada ocorreu porque sempre víamos o propósito de Deus começando com a queda do homem. Sendo assim, como o homem está perdido, a salvação do homem se tornou o centro do propósito eterno de Deus. Aqui estava o erro e aqui devia ser feita a correção. É claro que Deus quer salvar a todos os homens. Isto vemos claramente nos textos de I Timóteo 2:3-4; II Pedro 3:9 e João 3:16. Mas nós não devemos confundir aquilo que Deus deseja com o que é o seu propósito. O propósito de Deus não surgiu com a queda do homem, é algo que já estava em seu coração desde antes da fundação do mundo (Efésios 1:4,11).</p>
<p>Então podemos argumentar da seguinte forma: se antes da fundação do mundo Deus tinha o propósito de salvar o homem, e fez o homem para cumprir este propósito, então Deus é cúmplice do pecado. Deus necessitava que o homem pecasse para poder cumprir o seu propósito. Quando Deus disse: &#8220;Não coma deste fruto&#8221;, na verdade, Ele queria que o homem comesse e pecasse, e ficasse perdido e em trevas, para, então, poder cumprir com seu propósito de salvar os homens.</p>
<p>Tudo isso é uma grande contradição. É claro que Deus quer salvar os homens, mas isto foi necessário por causa da queda. Entretanto, necessitamos conhecer a primeira intenção de Deus, o propósito que Ele tinha em seu coração quando fez o homem, pois seu propósito é imutável. DEUS NÃO MUDOU DE PROPÓSITO POR CAUSA DA QUEDA.</p>
<p>Qual a Intensão de Deus ao Criar o Homem?</p>
<p>&#8220;Também disse Deus: Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança&#8221; (Gênesis 1:26).</p>
<p>a) A intenção de Deus ao criar o homem era de ter uma grande família de muitos filhos à sua própria imagem, e encher a terra com uma família que expressasse a sua glória e autoridade (Gênesis 1:27-28).</p>
<p>b) Como Adão tinha sido criado à imagem de Deus, e cada ser se reproduzia segundo a sua própria espécie, quando Adão e Eva se multiplicassem, reproduziriam filhos a imagem de Deus.</p>
<p>Como o Pecado Interferiu ?</p>
<p>Todos nós conhecemos a triste história. O pecado de Adão foi uma intromissão violenta e diabólica no propósito de Deus. Por meio dele o homem se tornou culpado, alvo da ira de Deus, merecedor de castigo eterno, expulso da presença de Deus e sem comunhão com Ele. &#8220;O salário do pecado é a morte&#8221;.</p>
<p>Mas houve uma conseqüência ainda maior. O problema não foi apenas que o homem se tornou culpado diante de Deus, mas também a sua própria natureza se &#8220;estragou&#8221;, se corrompeu. O homem perdeu a imagem de Deus, tornou-se numa outra criatura. Não era mais o mesmo homem, era um homem morto para Deus; inútil para cumprir seu propósito.</p>
<p>Já sabemos que cada ser se reproduz segundo a sua própria espécie. Portanto, quando Adão se corrompeu, toda a sua descendência ficou arruinada. (Gênesis 5:3; Romanos 5:12).</p>
<p>Deus desistiu do Seu propósito?</p>
<p>Embora o homem pecasse, Deus não mudou o seu propósito inicial. Deus não tem diversos planos, nem muitos propósitos; não criou um novo alvo, nem abriu mão do que queria desde o princípio.</p>
<p>Deus necessita agora criar uma nova raça, porque todos os descendentes do primeiro homem ficaram inúteis para o seu propósito. Como fez isso?</p>
<p>&#8220;O primeiro homem, Adão, foi feito ser vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual e, sim, o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e como é o homem celestial, tais também os celestiais.&#8221; (I Coríntios 15:45-48).</p>
<p>Pelo nascimento natural (de carne e sangue), pertencemos a raça de Adão, estragada e inútil. Mas pelo novo nascimento nos tornamos participantes da raça celestial.</p>
<p>Adão perdeu a imagem de Deus porque foi rebelde (Gênesis 3:1-7). Jesus, que é a imagem do Deus invisível (Colossenses 1:15), sempre fez a vontade do Pai (João 4:34), e em tudo lhe agradou (João 8:29), foi obediente até a morte (Filipenses 2:8).</p>
<p>Todo o homem que crê naquele que o Pai enviou (João 6:29), nega-se a si mesmo e toma a sua cruz (Mateus 16:24), perde a sua vida (Mateus 16:25), recebe o senhorio de Jesus Cristo (Romanos 10:9) e se batiza em Jesus Cristo (Marcos 16:16), este se torna uma nova criatura (II Coríntios 5:17), recebe a natureza de Deus (II Pedro 1:4) e recebe a imagem daquele que o criou (Colossenses 3:10).</p>
<p>Toda a glória do plano de Deus havia se perdido no pecado. Mas Deus Pai não desistiu. Qual a sua esperança? &#8220;Cristo em vós, a esperança da glória&#8221; (Colossenses 1:27).</p>
<p>A Salvação é um Meio e não um Fim</p>
<p>A obra redentora de Cristo Jesus é algo tão tremendo, tão maravilhoso, que corremos o risco de vê-la como se fosse o todo. Esta salvação é tão grandiosa que temos a tendência de confundi-la com o próprio propósito de Deus. Mas não é assim.</p>
<p>Jesus Cristo, o admirável Filho de Deus, com sua obra redentora, deu uma nova vida ao homem, restaurando-lhe a comunhão com o Pai. E também deu a Deus os recursos de infinita graça, para que ele continue com o seu plano eterno. A redenção efetuada por Jesus Cristo e encarnada pela igreja, é O MEIO para Deus restaurar todas as coisas, e assim concluir seu propósito.</p>
<p>A redenção nunca poderia ser UM FIM em si mesma, mas apenas UM MEIO de graça para consertar um grande erro. Para Paulo, a redenção nunca foi o propósito de Deus. Ele entendia que o propósito de Deus era a família eterna (Efésios 1:4-5; Romanos 8:28-29). Uma família perfeita em Cristo (Filipenses 3:12-14). Sua obra para o Senhor NÃO CONSISTIA EM BUSCAR APENAS A REDENÇÃO DO HOMEM, MAS EM APRESENTAR ESTE HOMEM A DEUS, RESTAURADO À IMAGEM DE JESUS CRISTO (Colossenses 1:28).</p>
<p>Como se Define o Propósito Eterno de Deus Hoje ?</p>
<p>&#8220;Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados SEGUNDO O SEU PROPÓSITO. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem CONFORMES A IMAGEM DE SEU FILHO, a fim de que Ele seja o primogênito entre MUITOS IRMÃOS&#8221;</p>
<p>(Rm8:28-29).</p>
<p>Este texto nos mostra com clareza que Deus quer UMA FAMÍLIA DE MUITOS FILHOS SEMELHANTES A JESUS. Vejamos por etapas:</p>
<p>UMA FAMÍLIA. Isto nos fala da UNIDADE. Este é um requisito indispensável para o cumprimento do propósito de Deus. Embora isto não esteja enfatizado no texto acima (nem seria necessário), porque filhos a imagem de Jesus não podem ser brigões e facciosos, está claro em outras passagens como: João 17:20-22; I Coríntios 1:10-12; 3:1-4; 10:16-17; Efésios 2:14-16; 3:15; 4:1-6, 12-16; Filipenses 1:27; 2:1-4.</p>
<p>DE MUITOS FILHOS: Isto nos fala de MULTIPLICAÇÃO.Discípulos fazem discípulos, etc. (Mateus 28:18-20).</p>
<p>SEMELHANTES A JESUS. Isto nos fala da EDIFICAÇÃO. Não é suficiente que sejam muitos; é necessário que tenham qualidade de vida (Efésios 1:4-5; II Coríntios 3:18; Efésios 4:13). Portanto, entendemos que o propósito de Deus envolve a MULTIPLICAÇÃO de vidas que vão ser edificadas em UNIDADE, para crescerem até a ESTATURA DE JESUS CRISTO.</p>
<p>&#8220;.. até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo&#8221;</p>
<p>(Efésios 4:13).</p>
<p>Qual a nossa Posição dentro desse Propósito ?Aquilo que é um propósito no coração de Deus, para nós se constitui num CHAMADO, numa VOCAÇÃO (II Timóteo 1:8-9; Romanos 8:28-29).</p>
<p>Devemos ter os olhos iluminados para compreender nosso chamamento, a fim de que o propósito eterno, seja para nós, muito mais do que um estudo de apostila (Efésios 1:18).</p>
<p>De uma maneira simples definimos a nossa VOCAÇÃO como um CHAMADO para sermos participantes do propósito de Deus e COOPERADORES no seu cumprimento.Aquele que recebe o propósito de Deus em seu coração, compreende o seu chamamento e torna-se prisioneiro desta vocação (Filipenses 3:12-14).</p>
<p>Devemos andar de modo digno desta vocação (Efésios 4:1-3) e esforçar-nos para confirmá-la (II Pedro 1:10).</p>
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		<title>Cristianismo Equilibrado</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/cristianismo-equilibrado/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 15:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Comecei a ler este livreto de John Stott e achei muito pertinente para nós Cristãos atuais, pretendo postar mais desta série Cristianismo Equilibrado, boa leitura e deixe seu comentário.
Pr. Carlos Rizzon
John Stott
Unidade, Liberdade e Caridade
Minha preocupação é chamar a atenção para uma das grandes
tragédias da cristandade contemporânea, que é especialmente visível no
meio de todos nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a ler este livreto de John Stott e achei muito pertinente para nós Cristãos atuais, pretendo postar mais desta série Cristianismo Equilibrado, boa leitura e deixe seu comentário.</p>
<p>Pr. Carlos Rizzon</p>
<div id="_mcePaste">John Stott</div>
<div>Unidade, Liberdade e Caridade</div>
<div>Minha preocupação é chamar a atenção para uma das grandes</div>
<div id="_mcePaste">tragédias da cristandade contemporânea, que é especialmente visível no</div>
<div id="_mcePaste">meio de todos nós que somos chamados (e, na verdade, é como nós nos</div>
<div id="_mcePaste">chamamos) cristãos evangélicos. Numa única palavra: essa tragédia</div>
<div id="_mcePaste">chama-se polarização. Serei mais específico sobre o que quero dizer.</div>
<div id="_mcePaste">O pano de fundo para a tragédia é a nossa substancial</div>
<div id="_mcePaste">concordância no histórico cristianismo bíblico.</p>
<p>Nossa união nos fundamentos da fé cristã é coisa grande e gloriosa.<br />
Cremos em Deus Pai, infinito e pessoal, santo, criador e sustentador do Universo.</p>
</div>
<div>Cremos em Jesus Cristo, o único Deus-homem; em seu nascimento virginal, em sua</div>
<div id="_mcePaste">vida encarnada, na autoridade do seu ensino, em sua morte expiatória, na</div>
<div id="_mcePaste">sua ressurreição histórica, e em seu retorno pessoal á terra. Cremos no</div>
<div id="_mcePaste">Espírito Santo por cuja inspiração especial as Escrituras foram escritas</div>
<div id="_mcePaste">e por cuja graça pecadores são hoje justificados e nascidos de novo,</div>
<div id="_mcePaste">transformados na imagem de Cristo, incorporados à Igreja e enviados para</div>
<div id="_mcePaste">servir no mundo.</p>
<p>Nestas e em outras grandes doutrinas bíblicas, permanecemos firmes pela<br />
graça de Deus, e permanecemos juntos. Contudo, nós não somos unidos.<br />
Nós nos separamos uns dos outros por assuntos pouco importantes.<br />
Algumas das questões que nos dividem são teológicas; outras temperamentais.</p>
</div>
<div>Teologicamente, por exemplo, podemos discordar na relação exata entre soberania<br />
divina e responsabilidade humana, na &#8220;ordem&#8221;  e ministério pastoral da igreja</div>
<div>(se deve ser episcopal, presbiteriano ou independente) e até onde os crentes<br />
podem envolver-se numa &#8220;mistura&#8221; denominacional sem que se comprometam a<br />
si mesmos e a fé que  professam; nas relações Igreja-Estado; em quem está</div>
<div id="_mcePaste">qualificado para ser  batizado e no volume de água a ser usado; em como</div>
<div id="_mcePaste">interpretar profecia, em  quais dons espirituais estão disponíveis hoje</div>
<div id="_mcePaste">e quais são os mais importantes.</p>
<p>Estas são algumas das questões nas quais crentes igualmente dedicados e<br />
bíblicos discordam entre si. São questões que os reformadores chamam de<br />
&#8220;adiaforia&#8221;, questões &#8221;indiferentes&#8221;. Desta forma, embora pretendemos  continuar<br />
defendendo nossa própria convicção das Escrituras, em  conformidade com a luz que</p>
</div>
<div id="_mcePaste">nos tem sido dada, procuraremos não pressionar dogmaticamente a</div>
<div id="_mcePaste">consciência de outros crentes, mas tratar a cada um com  liberdade, em</div>
<div id="_mcePaste">amor e respeito mútuo.</p>
<p>Não se pode fazer coisa melhor do que mencionar</p>
</div>
<div id="_mcePaste">o famoso epigrama atribuído a um certo Rupert Meldenius e citado  por</div>
<div id="_mcePaste">Richard Baxter. Em coisas essenciais, unidade; nas não-essenciais,</div>
<div id="_mcePaste">liberdade; em todas as coisas, Amor.</div>
<div id="_mcePaste">Estamos, também, separados uns dos outros temporariamente.</div>
<div id="_mcePaste">Esquecemo-nos, às vezes, que Deus ama a diversidade e tem criado uma</div>
<div id="_mcePaste">rica  profusão de tipos humanos, temperamentos e personalidades. Além</div>
<div id="_mcePaste">disso, o  nosso temperamento tem mais influência na nossa teologia do</div>
<div id="_mcePaste">que geralmente imaginamos ou admitimos. Embora a nossa compreensão da</div>
<div id="_mcePaste">verdade bíblica dependa da iluminação do Espírito Santo, ela é</div>
<div id="_mcePaste">inevitavelmente colorida pelo  tipo de pessoa que somos, pela época na</div>
<div id="_mcePaste">qual vivemos e pela cultura a que pertencemos.</p>
<p>Alguns de nós, por disposição e formação, são mais intelectuais que emocionais;<br />
outros, mais emocionais que intelectuais. Repetindo, a disposição mental de</p>
</div>
<div id="_mcePaste">muitos é conservadora (detestam mudanças e sentem-se ameaçados),</div>
<div id="_mcePaste">enquanto outros são, por natureza, rebeldes à tradição (o que eles</div>
<div id="_mcePaste">detestam é monotonia, considerando mudança como algo próprio de sua</div>
<div id="_mcePaste">natureza). Questões como estas surgem de diferenças temperamentais</div>
<div id="_mcePaste">básicas.</p>
<p>Porém, não devemos permitir que o nosso temperamento nos</p>
</div>
<div id="_mcePaste">controle. Pelo contrário, devemos deixar que as Escrituras julguem</div>
<div id="_mcePaste">nossas inclinações naturais de temperamento. Caso contrário, acabaremos</div>
<div id="_mcePaste">por perder o nosso equilíbrio cristão.</div>
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		<title>Igreja Relevante</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/igreja-relevante/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 01:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma igreja relevante: empoderadora de vocações para a transformação social
Entendo uma igreja relevante como uma grande empoderadora de vocações para a obra de transformação integral. Se pensamos em reforma social, especialmente em uma sociedade complexa como a nossa, precisamos compreender as diversas esferas da vida social, ou as diferentes “áreas de influência”: economia, direito, política, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma igreja relevante: empoderadora de vocações para a transformação social</strong></p>
<p>Entendo uma igreja relevante como uma grande empoderadora de vocações para a obra de transformação integral. Se pensamos em reforma social, especialmente em uma sociedade complexa como a nossa, precisamos compreender as diversas esferas da vida social, ou as diferentes “áreas de influência”: economia, direito, política, arte, ciência, família, educação, etc. Não há uma só destas áreas de expressão comunitária sobre a qual Cristo não deva governar e o seu Reino não deva ser estabelecido. Cada esfera, como sendo criada e estabelecida por Deus, tem princípios da cosmovisão cristã que podem ser aplicados. Esta é a ação redentora de Deus e da sua Noiva: a aplicação da Verdade em todas as áreas da vida.</p>
<p>Não há uma área que seja “neutra”, ou para a qual a Verdade revelada de Deus não tenha nada a dizer. Compreender isso é fundamental para encontrar a nossa própria vocação e andar nela, e para que possamos ser cooperadores de Deus na obra de redenção de todas as coisas.</p>
<p>À luz disso, concluímos que, se queremos ser relevantes, precisamos de, por exemplo, educadores que reflitam a cosmovisão cristã na área da educação: seus princípios eternos aplicados na formação dos seres humanos. Da mesma forma, políticos, artistas, cientistas, pais e mães, etc., devem pensar o que significa a aplicação da visão cristã de mundo nas suas respectivas áreas de vocação.</p>
<p>A igreja é um celeiro e uma grande depositária de vocações, talentos, recursos e potenciais, e nesse sentido, o papel da liderança deve ser o de orientar os membros para o serviço à sociedade, refletindo o nosso chamado como sal e luz. Há ainda muito a avançarmos nesta consciência e na formação de uma estrutura mínima que nos fortaleça e apoie as lideranças. Nesta difícil tarefa, acredito que será necessária a formação de pastorais específicas, para diferentes esferas de influência. Além disso, diferentes grupos, ministérios, denominações e igrejas precisarão associar-se em redes e alianças, do contrário não conseguirão adquirir uma relevância em seu contexto. Dada a complexidade da realidade social de hoje, os líderes deverão, cada vez mais, recorrer a ministérios-referência em diversas áreas, sendo orientadores da formação dos seus liderados. Líderes seguros, maduros e sinceramente preocupados com e relevância das congregações que lideram e com a sinalização do Reino atuarão como facilitadores para o desenvolvimento de vocações. Ministérios de excelência na área de família, artes, educação, formação política, organização comunitária, meio-ambiente, gênero, etnia, saúde, prevenção à violência, recuperação, apoio emocional e aconselhamento, etc., deverão continuar se estabelecendo como estruturas de sodalício a fim de apoiarem as igrejas locais em sua Missão.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p><strong>A Igreja é o único organismo capaz de ministrar às necessidades integrais do homem.</strong></p>
<p>Essa afirmação é de suma importância e crucial para entendermos a real dimensão da nossa responsabilidade. O chamado ao serviço comunitário, ao exercício intencional da influência sobre as diferentes esferas da vida social está no âmago da mensagem cristã. Como eclesia, ou seja, “uma assembleia de santos voltados para fora”, precisamos recuperar a nossa vocação histórica de agentes de transformação e esperança. Nosso destino é sermos relevantes.</p>
<p>Neste caso, uma relevância interna não é suficiente. Espelhando-nos em Jesus, devemos procurar o testemunho externo ao grupo, grande legitimador da nossa mensagem profética de redenção. Partindo de uma forte vida devocional que emerge dos templos e dos quartos secretos com portas fechadas nas nossas casas, o testemunho social da igreja deve invadir as feiras e praças da cidade, o ambiente de trabalho, a escola, a empresa, a universidade. A fé cristã não cabe entre quatro paredes.</p>
<p>Neste agir transformador, e igreja vai revelando a peculiaridade da sua intervenção, que vai muito além dos modismos, das estatísticas ou do que é politicamente correto. É a manifestação contextualizada da Verdade refletindo quem Deus é: no serviço, na proclamação, na compaixão, na coragem, no amor.</p>
<p>Da mesma forma, nenhum outro movimento pode ter a capilaridade da igreja: estamos em quase todas as comunidades do país! Este potencial de alavancagem para a transformação social não pode ser desperdiçado. É na comunidade que a fé acontece e assume os seus contornos. É na comunidade que se acendem as candeias.</p>
<p>Isso é o que ansiamos: cada igreja, cada cristão como um agente de transformação da sua própria comunidade.</p>
<p><a href="http://ultimato.com.br/blogs/paralelo10/2009/11/igreja-relevante-parte-final/"></a></p>
<p>Extraido da net, veja o original aqui&#8212; &gt; <a href="http://bit.ly/awLVSk">* Por Maurício J. S. Cunha</a></p>
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		<title>Raul Seixas e a Bíblia.</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/raul-seixas-e-a-biblia/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 14:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.
Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-734" title="raul" src="http://www.igrejaurbana.org/wp-content/uploads/2010/03/raul-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p>É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.</p>
<p>Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho de Cristo. Chegou até mesmo a ter um filho com sua primeira companheira, que era filha de um missionário norte-americano. Todavia, a perspectiva panteísta e agnóstica de Raul Seixas mostrou  que o famoso cantor não abriu o coração para a mensagem do Evangelho. Sua morte não deixa dúvidas sobre isso!</p>
<p>Por incrível que pareça, se Raul Seixas não se deixou influenciar pelas boas novas de Jesus, parece-me que suas idéias estão cada vez mais presentes na realidade evangélica contemporânea.</p>
<p>Será possível que estamos caminhando para uma “teologia do Raul Seixas”? Será que teremos um evangelho “maluco beleza”? O amigo leitor pode dar sua própria opinião.</p>
<p>Enquanto as Escrituras deixam claro que existe apenas um Deus verdadeiro, que está acima de sua criação (Is 44.6; Rm 1.18-21), a perspective panteísta aparece expressa na música “Gita”, de Raul. Ele afirmava: “Eu sou a luz das estrelas / A mãe, o pai e o avô / O filho que ainda não veio / O início, o fim e o meio.” Este enfoque tenta tirar de Deus a glória que só Ele tem e merece. De modo geral, o panteísmo que deifica a natureza acaba definindo como categoria suprema o fluxo do movimento. Heráclito sorriria no túmulo. Tais idéias, muito presentes nos filmes norte-americanos mais populares, parecem emergir do conceito de que Deus é uma energia, “um fluir”</p>
<p>(unção?). Em certos redutos evangélicos já se pode perceber que Deus se tornou “um poder manipulável” por “comandos determinadores”. Além disso, o enfoque da teologia do processo, que já nos influencia com todos os seus desdobramentos específicos, também diminui Deus e o coloca sob o domínio do “fluxo do tempo”, sugerindo que Ele é apenas nosso sócio na construção da história.</p>
<p>METAMORFOSE AMBULANTE</p>
<p>A idéia da supremacia do fluxo do tempo desemboca na rejeição de outras categorias fixas. A única categoria é o próprio tempo, o novo senhor absoluto. Com esse  pressuposto, já não podemos ter teologia e ética definidas e claras. Embora a Bíblia seja  um livro de orientações muito cristalinas sobre Deus, a salvação e o propósito da vida (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21), para muitos evangélicos, a teologia “maluco beleza” é  preferível. Como diria Raul: “Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” Se uma opinião for antiga, deve ser rejeitada!</p>
<p>Há uma crise doutrinária e teológica em boa parte do meio evangélico. Muitas pessoas adotam hoje idéias liberais, místicas e extremistas sem a devida avaliação. Nesse caso, não importa sua fundamentação teológica, histórica e lógica. Viva a metamorfose!</p>
<p>Tal sensação de indefinição, presente no pensamento do roqueiro tupiniquim, ajudou a formar seu perfil estranho, controvertido e até mesmo bizarro. Não é que um grupo significativo de evangélicos também já tem se aproximado do esdrúxulo?! Há um certo desprezo pela reflexão, pela teologia, e o crescimento de práticas risíveis e simplesmente inacreditáveis. Será que podemos ouvir o eco da música de Raul ao contemplar grande parte do chamado meio evangélico atual? Será que estamos diante do “Contemplando a minha maluquez / Misturada com minha lucidez”? Até onde vai a nossa “maluquez”? Será  que voltaremos à lucidez? Será que muitas reuniões religiosas de hoje estão nos deixando, “com certeza, maluco beleza”? Espero que essa sensação seja um exagero! Todavia, temo que não seja!</p>
<p>Não faz tanto tempo assim, os cristãos evangélicos entendiam que um culto de adoração a Deus tinha, de fato, Deus como o centro do culto. Muitos cânticos tinham letra elaborada, teologia saudável e enfatizavam os atributos e os atos de Deus. No entanto, em algumas reuniões dominicais de hoje, temo que o foco esteja sendo mudado. Novas canções falam de um amor quase romântico e indefinido, divertem a massa, exaltam unção, montanhas, Jerusalém, guerra etc. O conceito de dedicar o domingo para uma diversão sem propósito e finalidade bíblica é manifesta na teologia do Raul Seixas. Como ele mesmo dizia: “Eu devia estar contente pelo Senhor ter me concedido o domingo para ir ao jardim zoológico dar pipocas aos macacos”. Será que já podemos observer “uma fauna evangélica com suas macaquices litúrgicas”? Tomara que não! Espero que tudo que  escrevo não passe de uma análise exagerada! Todavia, temo que não.</p>
<p>Como todo enfoque teológico, o pensamento do “teólogo-músico pósortodoxo” nacional, também possui as suas decorrências de ordem prática. Não há como fugir da realidade. A forma de pensar e ver o mundo influencia e determina a vida prática de qualquer pessoa. A verdade é que se adotarmos uma base panteísta, um pensamento relativista, uma ética indefinida e práticas místicas emocionalistas sem conteúdo, não chegaremos a lugar  nenhum. E não é que o “grande teólogo-roqueiro” já sabia disso! Quem pode lembrar de sua “perspectiva teleológica” que determinou seu trágico fim? “Este caminho que eu mesmo escolhi / É tão fácil seguir/ Por não ter onde ir.” Se a igreja evangélica brasileira desvalorizar a doutrina bíblica, desprezar a teologia, deixar de lado a ética e  afundar-se no misticismo e nas novidades ideológicas frágeis, logo ela descobrirá que esse é um caminho “tão fácil de seguir”. O grande problema é que no final das contas “não teremos para onde ir”.</p>
<p>Mais do que nunca, precisamos desesperadamente voltar nossa atenção para as Escrituras Sagradas, com o verdadeiro desejo de obedecer a Deus e à sua verdade.</p>
<p>Luiz Sayão</p>
<p>Original encontrado <a href="http://bit.ly/dhcmjq">aqui</a></p>
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		<title>Era uma &#8220;Igreja&#8221; muito engraçada&#8230;</title>
		<link>http://www.igrejaurbana.com/era-uma-casa-muito-engracada/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 01:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Rizzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha esposa tem o dom de design de interiores e ama construção. Sempre quando passa aqueles programas que reformam casas, ela fica sintonizada na telinha. Tem um destes programas que se chama Lar doce Lar, que me chamou muito a atenção, pois eles colocaram como tema do quadro uma música de Vinícius de Moraes, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha esposa tem o dom de design de interiores e ama construção. Sempre quando passa aqueles programas que reformam casas, ela fica sintonizada na telinha. Tem um destes programas que se chama Lar doce Lar, que me chamou muito a atenção, pois eles colocaram como tema do quadro uma música de Vinícius de Moraes, que diz assim:</p>
<p><em>“Era uma casa muito engraçada<br />
não tinha teto não tinha nada<br />
ninguém podia entrar nela não<br />
porque na casa não tinha chão<br />
ninguém podia dormir na rede<br />
porque na casa não tinha parede<br />
ninguém podia fazer xixi<br />
porque pinico não tinha ali</em></p>
<p><em>Mas era feita com muito esmero<br />
na rua dos bobos, número zero”</em></p>
<p>Um dia, comecei a prestar atenção nesta canção, que foi composta a tantos anos atrás e se você tem mais de 30 anos se lembrará dela, pois foi cantada em programas na TV e rádios por todo país. Já por muito tempo não assisto mais filmes ou ouço músicas simplesmente por ouvir e com esta canção não foi diferente. Na letra, Vinícius de Moraes fala de uma casa que não tinha teto, não tinha nada, não tinha vaso no banheiro, nem paredes e a parte mais interessante é que apesar de não ter nada dos componentes de uma casa, ela era identificada como uma casa e mais, era bonita e vistosa, pois tinha sido feita com muito esmero e atenção aos detalhes. Ouvindo esta canção por um tempo, já que ela assiste a quase todos os programas comecei a pensar na instituição chamada igreja.</p>
<p>Comecei a fazer um paralelo sobre a casa e a “igreja” – Igreja instituição é claro pois estamos da mesma forma e tristemente ainda somos identificados como igreja, não temos teto, não oferecemos abrigo ao necessitado, sem teto não temos como receber uma instrução correta do alto e canalizar, nem um chão temos, chão está ligado com base, fundação. Nossa teologia esta cada dia mais confusa, coisas da pós-modernidade. Quando eu ainda estava nos EUA um amigo me disse “Eu me converti numa igreja Batista Pentecostal!” E eu espantado lhe perguntava: Batista pentecostal? Mas isto não existe! Para mim ser Batista e ser pentecostal era duas coisa distintas e impossível de conceber, afinal fui criado num meio Batista (sic) e sei o tanto que eles rejeitam o pentecostalismo.</p>
<p>Para mim era como dizer que havia encontrado um óleo aguado, visto que óleo e água não se misturam. E ele meio irritado me dizia que existia sim, e depois que retornei ao Brasil eu pude ver a salada que há nas placas e nas doutrinas das igrejas aqui no Brasil(?), me perdoe Sérgio por minha falta de entendimento nesta questão, mas eu já estava fora do Brasil por muitos anos e a referência que eu tinha era diferente. Batista pentecostal, Assembléia de Deus Batista e não para por ai. A mim isto revela falta de raiz, me revela falta de fundamento, falta de identidade e revela os efeitos da pós modernidade. Conversando com um conhecido, pastor de uma igreja B&#8230;&#8230;. (?), ah! deixa para lá,  eu o perguntava sobre a visão do ministério dele, pois ele sempre exaltava algumas atitudes dos mais tradicionais e ou dos mais pentecostais e ele me respondeu sobre a “visão” dele: A minha visão é estar em paz com todas as denominações! Isto quando não dizia que tinha várias visões kkkkk. Talvez a “unção da Aranha” que apesar de ter normalmente oito olhos não tem uma boa visão. Ela simplesmente vê vultos pois a visão é turva.</p>
<p>Com estas respostas ele só me confirmava sua falta de identidade e o quanto estava e ainda está perdido no ministério o que realmente é uma pena, pois tem muito talento. Sem chão, sem fundamento, sem raiz. Depois que entendi que Jesus veio estabelecer o reino de Deus me afastei das denominações e sinceramente não gosto de nenhuma delas, pois só causam divisões, dissensões e o corpo de Cristo que fuja destes rótulos, pois é coisa de homens. E a canção continua dizendo que na tal casa ninguém podia dormir na rede, pois parede também não tinha e parede é algo usado para demarcar, para limitar, para proteger contra invasores externos e também para colocar limites aos de dentro.</p>
<p>Nos tempos de hoje os invasores entram pela porta com títulos de missionários, pastores, apóstolos, bispos, “serafins” e como dizia o meu professor de Homilética no seminário Nei Ladeia, “Surubins” rsrs. Um monte de pessoas com títulos dos mais diversos, vindo não se sabe de onde, endossados não se sabe por quem, simplesmente aparecem indicados por outro “pastor” e semeam tudo quanto é heresia no seio da igreja, mas é claro, ali não há paredes – qualquer um pode entrar.</p>
<p>Os de dentro que antes eram protegidos pelos limites que as paredes lhes impunha agora já não tem mais limites, não todos é claro&#8230;, mas bebem de qualquer fonte que &#8216;fale em nome de Deus&#8217; sem averiguar, sem agir como os de Beréia como descrito no livro dos Atos 17:11 que averiguavam tudo porque eram nobres, e por isto são levados por todo vento de doutrina.</p>
<p>Um detalhe sobre estes ditos pregadores que caem de pára-quedas na igreja local é que eles pregam doutrinas, pois não conhecem o reino, aliás poucos dentro das “igrejas” conhecem o reino de Deus.  Na tal casa cantada por Vinícius de Moraes não tinha nem vaso no banheiro, as mínimas necessidades humanas não eram atendidas, a tal casa não atendia ao propósito para a qual ela tinha sido “construída”, mas mesmo com todas estas debilidades ela era reconhecida como casa e era vistosa, construída com muito esmero.</p>
<p>Infelizmente temos muitas necessidades na dita igreja e o que era para ser a grande comissão tem se tornado a grande omissão. Não temos amparado ao necessitado, não temos dado de comer ao faminto e nem de beber ao sedento.<br />
Com certeza não somos salvos pelas obras, mas somos salvos para as obras.</p>
<p>Com tantas igrejas fora do foco os problemas só tendem a agravar. De que adianta “sermos” 30 e tantos milhões e não fazermos a diferênça?<br />
Talvez devêssemos começar a cantar: Era uma igreja muito engraçada, não tinha teto não tinha nada &#8230;</p>
<p>Pr. Carlos Rizzon</p>
]]></content:encoded>
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